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domingo, 25 de outubro de 2009

Gol de bicicleta

Por Nat Valarini

Quem leu o título deste post pode até ter pensado que  estou metida a entender de esportes.
Deus me livre!
Como não tenho competência para tal, correria o risco de fazer comentários idiotas como os de Cléber Machado e quase todos sabem - menos o Cléber - que NINGUÉM  quer se parecer com ele, não é verdade?
Este é apenas um trocadilho de mal gosto para falar do acidente leve envolvendo o ator Fábio Lago  (foto ao lado) e um motorista desatento.
O  global foi atropelado por um Gol enquanto passava com sua bicicleta pela calçada da Rua da Passagem, em Botafogo. Tirando as dores e a pequena cirurgia, ele passa bem.
Vejam que este é um exemplo clássico de que há males que vem para bem: com o incidente, ele está mais conhecido.
Afinal, até pouco tempo, muita gente ouvia falar dele e dizia:
- Fábio quem?
Ok, estou exagerando!
O ator baiano ficou mundialmente conhecido por levar bordoadas do Capitão Nascimento em 'Tropa de Elite' interpretando o  traficante Baiano, além de ter feito outros trabalhos como, por exemplo,  os personagens Ceará em 'Cidade dos homens', Severino em 'JK' e por aí vai.
Mas agora é que vem a 'cereja do Sunday':
A fama dele vai alcançar as estrelas, pois não é todo dia que  alguém marca um  gol, ainda mais sendo de bicicleta, pelo Botafogo! hehehe...
Desejo melhoras ao sujeito.


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domingo, 27 de setembro de 2009

Cuide do seu cu em 2010

Por Nat Valarini

O ano de 2010 mal anunciou a sua chegada e já sinto um cheirinho de podre no ar.
Você, amado leitor, pode estar intrigado, pensando qual é o problema. Alguma ‘zica’ astrológica? Será que há no número 10 alguma vibração negativa?
Como é que eu vou saber, meu caro?
O odor ao qual eu me refiro começa pelo pé (aquela base que sustenta todo o seu corpitcho), mas não para por aí. Se além de todos os agravantes, o sujeito for um político... aí, meu amigo, não há talco que dê conta do recado, pois o fedor alastra pelo resto todo, até contaminar a alma!
Alguns justificam a filiação a um partido com a desculpa de que há vontade de mudar, amor ao povo e à vida pública. Não venha com essa conversa para o meu lado, meu ouvido não é penico!
Eis que, numa clássica manobra - muito usada para tirar o pé da jaca, colocando-o na lama - homens e mulheres afundados em dívidas, sem rumo na vida e com inúmeras bocas para sustentar, aventuram-se pelas largas e enlameadas estradas da politicagem nacional.
Popó (o ex-boxeador) é apenas um exemplo, mas não foi ele o primeiro (nem o último) a puxar o cordão. Esta semana, Romário resolveu mancomunar-se ao PSB, o qual ele carinhosamente - para não dizer outra coisa - chamou de PSDB. 
Trocou as bolas, peixe!
Dependendo do caso, eu aconselharia que algumas pessoas deixassem de lado a política e passassem a se dedicar, em tempo integral, a mais antiga profissão do mundo, seria mais sincero, talvez, até mais digno.
Faça uma análise do seu poder de eleitor, cuide de seu voto como quem cuida do próprio cu (sim, é sem acento).
Afinal, se não o fizer, ano que vem, haverá uma fila de políticos despreparados querendo foder contigo por quatro, longos, anos e sem lubrificante!
Usam e abusam de ti, depois enfiam o pé lá, na sua bunda.
Quando estiver de frente a urna, lembre-se de que é o seu que está na reta!


P.S.: Sigam-me os bons... Pelo Twitter!








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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Off post: Especial 11 DE SETEMBRO

Por Nat Valarini

Já faz um tempo que o 11 de Setembro entrou para a história e marcou muito a minha vida.
É com grande emoção que, do outro lado da tela, faço a minha homenagem cantando:


"... Chegou a hora de apagar as velinhas

Vamos cantar aquela musiquinha

Parabéns (fiufiufiuuu...)


Parabéns (fiufiufiuuu...)

Pelo seu aniversário!
"





Sim, hoje a querdíssima Diolívia (http://twitter.com/Diolivia), minha estimada amiga, completa mais trinta e uma primaveras.

Hey, Dio, as velinhas ainda estão acessas... sopre com força, muchacha!

Felicidades.




quinta-feira, 28 de maio de 2009

Celibato: mais uma lenda do nosso folclore?

por Nat Valarini

As férias passadas na fazenda de minha tia, na mais tenra infância, me fizeram conhecer uma cultura diferente. A mente dos moradores da fazenda era cercada por estórias fantasiosas e personagens enigmáticos: mães d'água, boto e por aí afora. Ao voltar para São Paulo-SP, questionava: - Por que Diabos, eu nunca vi uma mula-sem-cabeça por essas bandas de cá? Boitatá então... Nem sinal do danado!

Meu tio, muito gaiato, dizia que as assombrações da cidade grande são outras e que as lendas da roça não apareciam por aqui devido à violência:

“- Certa vez, durante uma visita, muitas criaturas do mato foram assaltadas, atropeladas, fora os casos de assassinato. Logo, as que sobreviviam aos terrores metropolitanos, escondiam-se na floresta e nunca mais apareceram pelo asfalto.” Vejo que meu velho tio tem razão.

Atualmente, temos um fenômeno inverso e curioso: o êxodo de lendas urbanas das cidades para a roça, em busca da proteção do negrinho do pastoreio e do serelepe saci. Junto com a ‘loira do banheiro’, ‘políticos honestos’, ‘moças de 25 anos virgens’ e outros ícones do folclore tupiniquim civilizado, os celibatários (seres doces e puros, quase míticos) também estão migrando para o interior.

Esta evasão, está fazendo com que reste por essas bandas de cá, pessoas más, corruptas e, também, alguns clérigos que gostam do balaco-baco. Surgindo assim casos e mais casos de escândalos sexuais nas igrejas (como os famosos abusos contra crianças, ops! isso vai dar queima de arquivo...).
Creio que haja solução plausível para este caso de migração religioso-cultural: apoio, integralmente, o fim do celibato e, porque não dizer, da hipocrisia, não é verdade? Acreditar que todos os ordenados são imunes ao tesão, é assinar atestado inocência, para não dizer burrice. Deixemos que padres, freiras e afins realizem suas bacanais com as bênçãos da sociedade ‘aos olhos de todos’, pare de negar que debaixo da batina existe uma genitália, meu povo!

Logicamente, permitir o casamento dos religiosos não vai evitar que pedófilos continuem cometendo seus crimes, pois para um doente-mental (ou criminoso vil e sujo) que é capaz de cometer tamanha brutalidade, só mesmo o bom e velho jeito siciliano de resolver as coisas (se você não entendeu a piada, assista a trilogia de ‘O Poderoso Chefão’).

Entretanto, tenho a certeza de que a modernização de certos dogmas deve fazer com que os religiosos sintam-se mais felizes e realizados e deixem de lado o ‘curupira’ alheio, afinal, são homens de carne e osso ‘fazendo a obra de Deus’.

E você, adorado e devoto leitor, é a favor do fim da castidade ou pretende passar o endereço do Garota Pendurada para um certo bispo me excomungar?

P.S.: Não tenho medo do purgatório, na verdade, nem creio que ele exista!

P.S. [2]: Votem no Garota Pendurada para o prêmio TopBlog.
Basta clicar na imagem abaixo e seguir os passos:

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terça-feira, 12 de maio de 2009

Nunca amei tanto os meus olhos


Eu, filha de pai hipocondríaco, criei um verdadeiro trauma de automedicação.
A minha estratégia é: deixar doer, afinal, em algumas horas o desconforto passa e tudo volta ao normal.
Entretanto, contrariando minhas expectativas, passei os últimos dias com uma dor de cabeça maligna. Sim, só poderia ser algo demoníaco para causar um desconforto tão intenso. Para completar o caos, meu olho direito doía a cada movimento, um horror constante.
Após dias de sofrimento, resolvi procurar um daqueles sinistros homens de branco. Não um curandeiro, mas sim, um médico.
Após alguns minutos de espera sôfrega, aconteceu a tão aguardada consulta. O doutor segurou minha cabeça e começou a apertá-la em pontos distintos enquanto perguntava:
- Dói aqui?
- Não
- E aqui?
De repente ele apertou o olho esquerdo e repetiu a pergunta.
- Também não, só estou sentindo a pressão de seus dedos - resnpondi.
- Agora o direito.
- Puta que pariu um jegue! – pensei.
Vi estrelas. Agora a dor estava over² x 25.000.
Ele me olhou com uma expressão preocupada e disse:
-Veja bem, vou encaminhá-la para o hospital oftalmológico, precisamos de alguns exames para descartar a hipótese de glaucoma.
- Puta que pariu² x 25.000 – pensei.
- Por causa da dor... bem, eu não tenho certeza, só com exames. Volte com os resultados para que eu possa avaliá-la, pois pode ser apenas uma forte enxaqueca.
Lá fui eu, me fazendo de durona, tentando transparecer que aquela sombria hipótese não me afetara em nada. A verdade é que, naquele momento, nunca desejei tanto uma crise de enxaqueca.
Chegando ao Centro Brasileiro da Visão, após fazer toda a parte burocrática, fui ao banheiro, olhei-me no espelho e orei:
- Puta que pariu, Deus! O Senhor já me livrou de acidentes automobilísticos, de um câncer, de assaltos, estupros, quedas de barrancos, enfim, segurou minha mão no momento em que mais precisava e eu me distanciei. Agora, se isto for verdade, pode crer que esta foi a maior peça que já me pregou.
Silêncio. Ninguém me respondeu. Então prossegui meu lamento:
- Veja bem, Deus. Não vou bancar a hipócrita, tentando parecer uma boa menina só para o Senhor fazer um milagre e a médica dizer que eu não tenho nada, mas eu estou com um medo danado de ficar com o meu olho inútil. Bom, é isso.
Saí e aguardei mais uns instantes com meu esposo ao lado, segurando minha mão, tão tranquilo. Conversávamos sobre qualquer coisa.
Logo, a doutora me chamou e começaram os exames. Colírios anestésicos luzes amarelas, outra de tom azul para aferir a pressão ocular, testes e mais testes. Enfim o diagnóstico:
- Natália, seu olho está normal, não há glaucoma.
Olhei para cima e pensei:
- DEUS, ‘valeu’² x 25.000!
Voltei para o outro hospital, feliz, com um laudo debaixo do braço, a forte crise de enxaqueca - que foi sanada algumas horas depois através de medicação intravenosa - e a certeza de que não terei que aprender braille por tão cedo, ao menos, não por causa disso.
Nunca amei tanto os meus olhos, nunca notei o quanto meu esposo me apóia, nunca falei com o Senhor dos Exércitos com tamanha fé e, claro, sinceridade.

Imagem: Arquivo pessoal



P.S.: Votem no Garota Pendurada para o prêmio TopBlog:




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segunda-feira, 4 de maio de 2009

Metida? Ainda não!

Por Nat Valarini

Os distraídos de plantão, como eu, vivem sofrendo com rótulos e acusações.
Certo dia, encontrei um conhecido e, ao cumprimentá-lo, ele me respondeu:
- Oi? Então, agora, você está falando comigo, sua metida?
Com expressão de pasmada, respondi:
- Evidente. Sempre falei com você!
- Nem sempre! - ele ironizou.
Aí começamos uma viagem pelo túnel do tempo. Ele, com uma fala cheia de descrições, narrou uma verdadeira odisséia para que eu, enfim, me recordasse de um dia em que caminhava pela calçada do Setor de Diversões Norte.
- Então, naquele dia, você passou por mim feito uma bala, não deu um ‘oi’! – disse.
- Oh ‘querido’! - zombei. Você conversa comigo há milênios. Se ainda não percebeu que quando estou compenetrada não presto atenção nem se pisei num buraco, perdoe-me. Mas quero que fique claro que não me desculpo por deixar de cumprimentá-lo, mas sim por não te dar a real noção de quem eu sou... você ainda não me conhece bem. Vamos tomar um café?
Risos.
Ele se desculpou, em meio a uma gargalhada histérica.
Admitiu que em parte foi uma falha dele, poderia ter me chamado, mas advertiu:
- Pode deixar, a próxima vez que isso acontecer, eu grito seu nome feito louco e belisco o seu bumbum!
Pisquei para ele e rebati:
-Sério? Então, quando o encontrar, vou fingir que não o vi!
Naquela tarde, tomamos um delicioso capuchino, com cobertura de chantilly, sem açúcar.

Imagem: arquivo pessoal.

PS.: Pois é, para quem ainda não sabe, além de escrever, sou fotógra amadora e poso para desenho e fotografia. Em caso de propostas de trabalho, deixe um recado nos comentários, mas seja criativo(a)! rs²...


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quarta-feira, 29 de abril de 2009

A Gripe suína e a sociedade brasileira

Por Nat Valarini

O bom brasileiro adora uma novidade, principalmente se a inovação vier da América do Norte ou do velho continente. Quando começou o burburinho a respeito de uma nova moléstia internacional, muitos falaram:
“- Essas coisas só acontecem lá fora!” – quase em tom de indignação.
“- Não temos aqui um furacãozinho, no máximo, uma mera tromba d’água!”, que lugar monótono, não é mesmo?
Eu não reclamo de nada (mentira!). Acredito que por essas bandas de cá já temos emoções suficientes que ficam por conta da violência, as crises existenciais no cenário político, o novo shape da Suzana Vieira e, logicamente, pela carga tributária.
Mas, se você, amado leitor, joga no time dos que acham que desgraça pouca é bobagem, já pode abrir o sorriso de uma orelha até a outra. Este país, alegre e repleto de gente bonita, já se ligou nas últimas tendências do globo e, para não ficar de fora da última moda, tem até o presente momento, vinte casos de suspeita de contaminação pela gripe suína.
Agora, os mexicanos que estavam estendendo suas férias em terras Tupiniquins já podem botar a mão na cabeça e começar a chorar: não há lugar seguro no planeta Terra.
Ainda acho que, mesmo em meio ao caos, uma pequena parcela dos brasileiros dará o seu ‘jeitinho’ para converter a tragédia iminente em algo bom como, por exemplo, alavancar a economia nacional.
Os donos de laboratórios, felizes, colocarão seus funcionários para fazer hora extra, afinal, estamos em meio a um surto; Todas as farmácias vão atender 24hs por dia, sem perdões para fins de semana ou dias santos; A dona da Daslu passará a vender máscaras cravejadas de Cristais Swarovski, afinal, não é porque o mundo está ‘empesteado’ que nós deixaremos de ser fashion.
Resumindo: quando há uma calamidade pública, os grandões, SEMPRE, saem no lucro, afinal, SEMPRE existirá alguma forma de lucrar em cima da tragédia alheia.
Antes que haja um novo controle populacional, gostaria que as autoridades partissem para um jogo mais ofensivo, pois o adversário é astuto e, ao que tudo indica, pretende vencer o campeonato.
Enquanto isso, Miriam Leitão e os suinocultores torcem para que mudem o nome da doença para Gripe Mexicana ou Influenza norte-americana (epidemia de xenofobia? rs...), afinal, Gripe Suína está queimando o filme de outra pequena parcela.

Imagem: Globo.com


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segunda-feira, 27 de abril de 2009

A bola da vez

Por Nat Valarini

Por favor, leitores amados, não se descabelem achando que eu aderi ao clichê-postagem do momento, ao menos, não diretamente. Como até o mais eremita dos seres humanos já sabe quem é a bola da vez, Garota Pendurada vai pular as apresentações, ok?

‘Peraí’! Vai me dizer que você estava no ex-planeta Plutão e ainda não sabe de quem eu falo?
Bom, eu não acredito!
Afinal, hoje em dia, a pessoa que não sabe quem é a revelação do Britain's Got Talent está correndo o risco de ser catalogado como E.T. e enviado para alguma base militar num deserto qualquer, não antes de, praticamente, ofender aos Boyle’s maniacs. Em todo caso acesse o YouTube e se atualize, extra-terrestre!

Confesso que, a primeira vez que assisti a apresentação de Susan Boyle, surpreendente por sinal, eu me emocionei. Entretanto, o ba-fa-fá, faz com que eu questione quão volúveis as pessoas conseguem ser.

Posso dar o meu parecer sobre o caso?

Digam-me que a dona do gato Pebbles é talentosa, que tem garra e é um exemplo de superação e força de vontade, mas, por favor, não tente me convencer que ela é a queridinha dos fashionistas, ou mesmo, a possível atriz pornô mais gostosa que existe, pois comigo isto não cola.

Resumidamente, há gente famosa querendo agarrar a calda do cometa para se promover (pois é Cyndi, Ashton, Demi & Cia, eu gostava de vocês!). Já os anônimos, 65% deles, enchem a boca para afirmar que já assistiram todas as versões disponíveis do vídeo na internet ao menos umas 50 vezes. Tudo isso só para ‘pagar de Cult’?

Poupem o saco que eu não tenho, bando de posers!

Para ilustrar, mais uma vez, Matt Stone e Tray Parker mataram a pau a atmosfera emotiva em torno do ‘bafón’ do momento em um dos episódios de South Park. Com todo o seu humor negro, o desenho mostrou de forma extremista como as pessoas estão lidando com o caso. Dessa vez, a senhorinha escocesa foi o alvo de suas sacadas.

Na semana passada, o personagem Kyle Broflovski lê uma carta de despedida de seu irmão Ike: “Queridos mamãe e papai, estou fugindo de casa. Me desculpem, mas eu não consigo lidar com a monotonia da vida da classe média. Todos na escola são uns idiotas, e se mais uma pessoa falar da versão de Susan Boyle para ‘Les misérables’, vou vomitar (...). Eu amo vocês todos, mas tenho que sair dessa. Estou indo para a Somália para me tornar um pirata”.

Espero que a aspirante a cantora consiga sair desta névoa de acontecimentos (se desvencilhando dos interesseiros) direto para o seu objetivo - cantar.

Que vença o(a) melhor!


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sexta-feira, 17 de abril de 2009

What porra is that, companheiro?

Por Nat Valarini

A essa altura do campeonato, não deve mais ser novidade para ninguém que quatro chefes de estado ‘fizeram uma aparição’ no sexto episódio da 13ª temporada de South Park.
Silvio Corleoni da Itália, Hu Japão da China, Tarado Aso do Japão e ninguém mais, ninguém menos do que ele (a minha besta fera barbada favorita), ‘Seu’ Ignorácio da Silva – o companheiro*.
Parafraseando Galvão Bueno: “- Éééééhhhhhhhh, do Brasillllllllllllll!!!!!!!!!!!”, sintam orgulho, eleitores!
Nosso fantoche, digo, líder, ops!, presidente, fez uma participação tão notável quanto o governo que encabeça há sete anos. Ao menos, Matt Stone e Trey Parker, os produtores do desenho, tiveram a sapiência de dar ao personagem de Lula apenas duas falas: "no, no" e "no changes”.
Caso a ministra-chefe da casa de Botox Civil, Dilma Roussef, agisse como os animadores norte-gringos, podando as falas do ex-sindicalista nas coletivas de imprensa, nosso país voltaria a ser reconhecido apenas pelos produtos tipo exportação (loteamentos na Amazônia, mulatas, carnaval, Ronaldo, os travetis...) e não por termos um presidente que solta frases do tipo "- Eu sou filho de uma mulher que nasceu analfabeta..." ou, a pérola mais recente, “...brancos de olhos azuis...”.
Para quem é leigo, o desenho é famoso por suas críticas ao way of life estadunidense, sempre carregado com muito humor negro (nem preciso dizer que sou fã de carteirinha, rs...).
Ainda não deu para ter noção do que se trata? Então, assistam ao episódio ‘Pinewood Derby’ e notem como o filho do Brasil é melhor em desenho do que em carne e chopp, clique aqui (está em inglês).
*Os nomes dos líderes foram modificados, leia-se sacaneados, porque...
Ah! Porque eu quis, o blog é meu e pronto! Auhauahauha³!!!
(Os nomes originais são: Silvio Berlusconi da Itália, Hu Jintao da China, Taro Aso do Japão, e Lula molusco “- Ééééhhhhh... do Brasil!" [2]).
Montagem das fotos: Nat Valarini


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quarta-feira, 15 de abril de 2009

Marcela Dromedário: o clone de Camelo

Por Nat Valarini

Após 378 dias de gestação, a mamãe Camelo deu à luz ao primeiro Camelus dromedárius clonado do mundo, ao menos, o primeiro a ser divulgado.
O animalzinho, que nasceu no CRC (Centro de Reprodução de Camelos) no dia 08 de abril de 2009, é um filhote saudável que pesa aproximadamente 30kg, sendo que, segundo fontes do Garota Pendurada, 7kg são só de jeba! Brincadeirinha: o filhote é uma fêmea. Inclusive, isso vai pegar muito mal para o fornecedor do material genético*, o ex-atual líder de banda modista, Marcelo Camelo, aquele mesmo que cantava o hit "- Oh! Ana Júliaaa, aahhhh, ahhh, aaaahhhhhhhhh..."
Perguntei ao cantor qual será o nome da cria. O músico experimental fez um gesto obsceno com a mão direita (não antes de discursar uma lista extensa de palavrões) e declarou que não quer que chamem o bebê de Marcela Dromedário**. Acho que ele está coberto de razão, pois batizar o mamífero com esta alcunha seria um caso clássico de redundância.
Sobrou para os cientistas a missão de nomear a pequena criaturinha. Depois de muitas discussões, a equipe decidiu chamá-la de Injaz (que significa Façanha) em homenagem ao cantor, é claro! Afinal de contas, já é notório que Camelo não é fraco e que há tempos, desde 1997 para ser mais exata, ele consegue o enorme feito de estar no mercado fonográfico e ‘passar o rodo’ numa pá de mulheres na maior descrição (com exceção, apenas, de sua última namoradinha-inha-inha, a qual eu não vou citar o nome).
Se você, amado leitor, não for um ser desatualizado e/ou carente de senso de humor cretino, saberá que essa notícia não é novidade alguma, uma vez que, quase, todos sabem que o primeiro clone de Camelo chama-se Rodrigo Amarante: guitarrista, baixista, vocalista e um dos compositores do grupo musical ‘Los Hermanos'.
Caso não tenha gostado da matéria e ache uma grande falta de respeito com um dos ícones da MPB, o que se há de fazer? Nem Cristo agradou a todos! Contente-se a entrar na parte de comentários para rosnar a vontade.
Se você se encaixa no grupo dos que não entenderam a piada, significa que está longe do cenário da música alternativa-chatinha do país, meus parabéns!

*Ok, todos sabem que o processo de clonagem foi feito a partir das células do ovário de um animal adulto, logo, o sarro é mera sacanagem com o pobre artista e, não, eu não conversei com ele pessoalmente (Deus me livre, inclusive!);
**Sim, o clone é um dromedário, afinal Injaz possui apenas uma corcunda - Garota Pendurada também é cultura (inútil, diga-se de passagem!).


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segunda-feira, 6 de abril de 2009

A festa do pênis

Por Nat Valarini

O primeiro domingo de Abril passou e, mais uma vez, eu perdi o tradicional Kanamara Matsuri, ou Festival do Falo de Aço, realizado na província de Kanagawa, Japão.
Com a chegada da primavera, homens de 42 anos, idade considerada crítica pela cultura local, transportam um enorme pênis entre os santuários. Ao colocar a escultura no sepulcro, eles acreditam receber proteção.
Tudo surgiu através de uma antiga lenda: um demônio teria se escondido dentro de uma jovem após castrar dois rapazes em sua noite de núpcias. Para combatê-lo, um ferreiro construiu um pênis de metal que foi usado para partir os dentes do demônio, o que conferiu poderes divinos ao falo. Hoje em dia, além de dar um up no turismo da região, o festejo serve para divulgar campanhas anti DST's.
O povo se reúne em busca de fartura, cura para a impotência e a esterilidade, além de sorte no casamento. Tenho que confessar que, além de me divertir e adquirir mais conhecimento ao entrar em contato com uma cultura tão diferente, o meu interesse como visitante está na culinária exótica: pode-se degustar deliciosas guloseimas em forma de genitais.
Um dos pratos mais tradicionais do evento que, como vegetariana eu dispenso, é a salsicha envolvida em massa representando a vagina (essa eu deixo passar, com toda certeza, rs...). Mas também há os, desculpe a expressão, caralhos de chocolate confeitados, que parecem deliciosos. Basta escolher o que mais lhe agrada, cair de boca e se deleitar.
Caso algum dos leitores do Garota Pendurada decida visitar o Japão no ano que vem, aguarde a chegada da estação das flores para aproveitar a próxima edição do festival. Acomode seu traseiro num banquinho em forma de pênis e aproveite a festa!
PS.: O evento é um tanto inusitado e, por que não dizer hilário, para quem é de fora, mas antes de dizer que os japas são loucos, lembre-se que pelas terras Tupiniquins existe uma festa muito mais bizarra e explicita chamada Carnaval, rs...

Fonte e imagens originais: http://noticias.terra.com.br/
Montagem das fotos: Nat Valarini.


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sexta-feira, 6 de março de 2009

Vinho: a obsessão de Heitor

Por Nat Valarini

Atendendo a pedidos, posto ao lado uma foto (discreta) de um dos ensaios que fiz e abaixo, uma situação inusitada pela qual passei como modelo vivo:

Certo dia, fui apresentada a um pintor que precisava de uma garota para posar nua. Nunca havia feito aquele tipo de trabalho, achei interessante. Na casa de Heitor*, conversamos durante horas sobre arte. Ele se mostrou super profissional, então aceitei o convite e combinamos que, no final de semana seguinte, faríamos a primeira sessão.

No dia e hora marcados, cheguei ao atelier com todo o meu ‘singelo material de trabalho’. Ele, muito solicito, ofereceu-me vinho para relaxar, mas eu não quis (já não bebia mais naquela época). Então, ao som de Diana Krall, demos início. Durante cento e vinte minutos fiquei nua em pêlo, imóvel, sob o olhar atento do artista que rabiscava rapidamente.

Após encerrarmos o trabalho, vesti minhas roupas e recebi, além do pagamento, outra oferta de vinho, recusada novamente por mim . Para quebrar o silêncio, voltamos a falar sobre arte e algumas de minhas paixões: desenho e fotografia. Ele parecia encantado ao tomar conhecimento de algumas afinidades artísticas quis ser, praticamente, meu tutor.

Fui contratada para outra sessão. Ao final, Heitor mostrou-me duas câmeras fotográficas e entregou uma delas a mim, disse que era para meu começo como fotógrafa. Não quis aceitar, mas ele insistiu, disse que tinha outra e que não usava aquela. Já que a daria a alguém, que fosse para mim. Encarou-me e disse que eu não sairia de lá sem aquela máquina, uma atitude surreal. Me arrepiei!

Depois daquele momento passei uns dias sem vê-lo, mas logo o pintor passou a me ligar com freqüência, não para me convidar para novos trabalhos, mas sim para perguntar sobre as fotos e intercalava, obsessivamente, outras perguntas:
“- A quanto tempo você namora?”
“- Por que estudava radiologia médica ao invés de fazer artes plásticas ou fotografia?”
“-Por que não viajava com ele, para ajudá-lo?”
“-Você é feliz?”
“- Vamos tomar um vinho?”

A presença dele já não era mais algo leve e agradável. Não suportava ter que recusar a sua insistência para que aceitasse goles de bebida em sua, sufocante, companhia. Dispensei o trabalho e entreguei os seus objetos, a câmera ele não quis receber de modo algum.

Passado algum tempo, ele me ligou, com uma voz aflita, dizendo que nunca mais havia encontrado uma modelo como eu e que gostaria de retomar de onde paramos. Respondi apenas que já não tinha mais interesse e nem tempo... não havia mais espaço disponível para ser sua obsessão.

Não pensem que peguei trauma de nu artístico por causa desta experiência. Estou receptiva a propostas. Mas, se o contratante começar a me oferecer vinho eu vou sair correndo!

*Para preservar a identidade do cidadão, o nome foi modificado.

Imagem: arquivo pessoal.


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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Tire os sapatos antes de entrar... na minha vida!

Por Nat Valarini


Em algumas culturas, as pessoas têm o higiênico hábito de retirar os seus sapatos antes de entrar em suas casas. Esse é um gesto muito interessante, afinal as ruas andam tão sujas quanto a mente de certas pessoas... mas isso já é outra história!
Pensando nisso, gostaria que os indivíduos retirassem os seus sapatos antes de entrarem na minha vida.
É sério! Tire os teus calçados pesados (que mais parecem duas ferraduras) e deixe o cheirinho de 'chulé' subir pelo ar. Exponha a sua meia furada, sem vergonha alguma de ser você mesmo. Talvez ela não esteja perfurada, mas pode estar de par trocado: uma azul marinho e a outra preta.
Exiba de uma vez a sua unha encravada, seus calos, joanetes, pé de atleta, bolhas, micoses, dedo torto, cicatriz, sua casca de ferida. Quero ver os seus pés nus em contato com o piso. Vou admirar sua expressão se contorcer com o choque térmico entre a pele quente e o chão frio da minha casa. Mas depois, tenho a certeza de que vou ver no seu rosto um sorriso agradável e ouvirei um breve suspiro.
Deixe os sapatos do lado de fora com toda a sujeira, com as más lembranças, desesperanças, esporadas, ex-namoradas, ex-amigos, desafetos, discussões, babaquisses, bactérias, fios de cabelo, pentelho, cuspe, pus, pedaços podres de chiclete grudados no solado, fezes de cães.
Venha livre, limpinho, aliviado, leve, sorrateiro. Vou recebê-lo bem se estiver descalço e ainda melhor se vier despido.

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Pessimista, otimista ou realista?

por Nat Valarini

Depois de uma análise profunda da sociedade, criei uma técnica para determinar o seu tipo de personalidade, quer participar da brincadeira? Então, imagine a situação a seguir:
Você tomou um banho, se vestiu com a melhor roupa e saiu ao encontro ‘daquela’ pessoa. No caminho, ao passar por debaixo de uma árvore,
um passarinho qualquer resolve usar sua camisa de privada. Você, está a uma distância considerável de casa e a tal pessoa está caminhando em sua direção. Qual o primeiro pensamento, dentre os que citarei abaixo, que passaria, provavelmente, pela sua cabeça:

1- “- Que merda! P... de passarinho do c*****o! Estragou tudo!!! Logo agora!!! Podia ter acontecido quando eu estava perto de casa! Me f**i! $%@# ¬¬”;

2- “- Que merda! Bom, é apenas cocô de passarinho, imagina se os elefantes voassem? Tenho certeza de que ele(a) vai rir disso comigo!”;

3- “- Que merda! pelo menos já tenho um assunto para começar a conversa: - Isso mesmo, cagaram em mim. Se não se importar, podemos parar em algum lugar para eu ajeitar isso, ok?”.

Se você escolheu a alternativa 1: VOCÊ É UM PESSIMISTA
Provavelmente, você já deve ter pés de galinha, auto-estima baixa e fios de cabelos brancos (se é que não arrancou todos!). Você é chato, introvertido, intragável e azarado, tudo parece acontecer contigo, lamenta-se constantemente. Está fadado a ter algum tipo de tumor ou terá um colapso nervoso em breve! Além disso, já é a quinta cagada de pompo que leva em um mês. Detalhe: em todas as vezes, as camisas eram novas! Falta em você carisma, segurança, persistência. Provavelmente, você é uma criatura que caminha pelas ruas cabisbaixo.
Cores: As deprimentes como Preto-Funeral, Cinza Fumaça, Marrom Terra, Azul Profundo.
Músicas: ‘Vento no Litoral’ (Legião Urbana e obra...), ‘A Felicidade’ (João Gilberto), ‘I Know It’s Over’ (The Smiths);
Filmes: ‘O Escafandro e a Borboleta, Caminho das Nuvens, Capote, entre outros;
Números da sorte (?): 13 (a menos que você seja o Zagalo!) 23 (se for o Jim Carrey);
Personagens: Hiena Hardy (imagem ao lado), Rabugento (dos desenhos de Hanna-Barbera), Vampira (X-man), Do contra (Turma da Mônica), Lula Molusco (Bob Esponja);
No sexo: Você é frustrado(a). Homem: Sofre de ejaculação precoce e é complexado com o seu pênis, segundo a sua própria reclamação, ele é pequeno, torto e meia bomba. Mulher: você é frígida, preocupa-se tanto em agradar o parceiro para receber aprovação alheia que esquece de se permitir. Provavelmente, a sensação mais prazeirosa que experimentou até hoje foi espremer, sozinha, dez metros de plástico bolha;
Seu lema: "Quando tudo estiver ruim, lembre-se que as coisas, sempre, podem piorar!"

Se você escolheu a alternativa 2: VOCÊ É UM OTIMISTA
Tem a expressão feliz, pois independente da situação, exercita sua face com constantes sorrisos. Acha que o mundo é um mar-de-rosas, que tudo está às mil maravilhas. É super simpático, às vezes, com tendência a ser falso, numa alegria pré-moldada e obrigatória. Vive na busca, às vezes falida, de agradar a todos, dá satisfações aos outros obsessivamente. Sempre tem alguma piadinha, está sempre em busca de provar que há algo de bom em todo lugar, quer ser o mais engraçado, o mais bonito, o mais prestativo, enfim, o melhor em tudo mesmo que o menosprezem, que dez entre dez pessoas o chamem de feio, que nunca tenha ganhado nada (nem em bingo de caridade), mesmo que te atropelem e que sua casa pegue fogo com seu salário do mês dentro. Talvez, você tenha votado no Lula e o ajudou a ser reeleito porque pensou: “- Quatro anos são poucos, ele merece mais uma chance!”
Cor: As alegrinhas Pink, Verde Limão, Amarelo Ouro, Laranja Cheguei, Vermelho PT;
Músicas: Super Fantástico (Balão Mágico), Eu quero uma casa no Campo (Elis Regina) e I Will Survive (Gloria Gaynor);
Filmes: Pollyanna, O Auto da Compadecida, Meu Cachorro Skip e um monte de outros super legais!!!
Número da sorte: 07 (o número da perfeição);
Personagens: Bob Esponja, Roger Rabbit (Uma Cilada para Roger Rabit), Oe Kintaro (Anime Golden Boy), Pepe Legal (dos desenhos de Hanna-Barbera), Flash (Liga da Justiça), Penélope Charmosa (Corrida Maluca de Hanna-Barbera);
No sexo: Você acha que é um artista do Cirque du Soleil. Homem Otimista: costuma querer empolgar o outro dizendo coisas do tipo: “Dói, mas lá no fundo, você vai ver o quanto é bom”. Mulher: Tenta animar o parceiro dizendo: “Isso acontece com todo mundo, por exemplo, o meu ex-namorado também era brocha e...”
Seu lema: "Sou brasileiro, eu não desisto nunca!"

Se você escolheu a alternativa 3: VOCÊ É UM REALISTA
Você sabe muito bem que pau é pau e que pedra é pedra . Entende que sempre há uma alternativa e age de forma racional, mesmo que não seja a maneira mais confortável de adaptar-se ao ambiente à sua volta, pois tem consciência de que isso lhe trará algo para ajudá-lo em algum ponto da sua vida. Sempre procura medir os contras e os prós das situações e consegue sair mais forte, com uma bagagem nova de conhecimento com um toque de bom humor saudável. Às vezes, seu senso de realidade aguçado o impede de entrar em situações onde é necessário o uso da imaginação: Terapias em geral, aulas de química, interpretação de texto, teatro, artesanato em geral, música, discutir a relação.
Cores: As básicas e primárias Azul, vermelho e amarelo, afinal, o resto é ilusão de ótica.
Músicas: ‘Parafuso na Cabeça’ (Rogério Skylab), ‘Ciranda da Bailarina’ (Chico Buarque), ‘Answer in the Sky’ (Elton John)
Filmes: Gênio Indomável, Sangue Negro e uma lista extensa de documentários que não caberia aqui.
Número da sorte: Tanto faz, você vai pela lógica.
Personagens: Dexter (O Laboratório de Dexter), Mordomo Alfred (Batman), Rei do Crime (O homem Aranha), Velma (Scooby-Doo), Kiva (Megas XLR);
No sexo: tende a ter um pouco de dificuldade em sair do convencional, ou seja, só fica no ‘papai e mamãe’, no máximo a posição do ‘frango-assado’. Homem: tem um pouco de receio de vestir-se de zorro e parecer ridículo perante a parceira. Mulher: está convicta de que o pedido do seu amado para usar uma roupa de empregadinha é sinal de que ele tem fetiche pela sua faxineira. Fato!
Seu lema: "Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa."

PS.: Isso é uma sátira para estimular suas mentes, não é para enquadrar ou, muito menos, rotular.
Na vida precisamos, mesmo, encontrar um ponto de equilíbrio. Por favor, não seja hipócrita; anote nos comentários com qual personalidade acima você mais se identificou, ok? Se quiser anotar mais sugestões de músicas, personagens e defeitos com os quais vocês se identificam, sintam-se em casa!

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